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sexta-feira, 27 de junho de 2014

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segunda-feira, 9 de junho de 2014

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Ciências Agora

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Como Fazer Downloads da Forma Correta, sem Encher o Computador de Besteiras!
Posted: 08 Jun 2014 07:27 AM PDT
Como colocar senha em pastas ( Sem programas )
Posted: 08 Jun 2014 07:25 AM PDT
Como baixar aplicativos da google play no computador ( Sem Programas ou extensões )
Posted: 08 Jun 2014 07:24 AM PDT

Posted: 08 Jun 2014 07:23 AM PDT
Pesquisa dá indícios de que tratamento imediato após o contágio do HIV leva à cura funcional da doença.


O estudo realizado com 14 pacientes foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto Pasteur, na França.

Um estudo francês dá pistas de que a intervenção e o tratamento precoce em pessoas que foram contagiadas pelo vírus HIV levam à "cura funcional" da doença. O estudo foi realizado com 14 pacientes e estes, mesmo tendo parado o tratamento, permaneceram saudáveis durante anos.

Esta notícia vem à tona duas semanas depois da divulgação da cura funcional da Aids em um bebê. Em relação aos adultos da pesquisa francesa, eles ainda continuam carregando pequenos reservatórios do vírus no corpo, mas não apresentam mais sintomas da doença.

O estudo foi realizado por pesquisadores do Instituto Pasteur, na França, coordenados por Asier Sáez-Cirió. Nele, os 14 adultos monitorados receberam medicamentos de combate ao vírus dentro de 10 semanas após terem sido infectados pelo HIV. Três anos mais tarde, o tratamento foi interrompido e os remédios foram retirados.

De um modo geral, os adultos analisados mantiveram a carga viral controlada durante uma média de 7 anos e meio depois, sem precisar utilizar nenhum medicamento. Atualmente, mesmo com traços de HIV no sangue, os níveis são tão baixos que o corpo consegue mantê-los controlados.

Todos os participantes do estudo moram na França e têm entre 34 e 66 anos e foram infectados entre os anos 1990 ou 2000. Uma vez que foram selecionados aleatoriamente para o estudo, não está determinado qual a porcentagem que representam da população.

A grande dificuldade em lidar com o HIV após a infecção é que o vírus estabelece reservatórios em células hospedeiras, nas quais ficam ocultos, mas retornam. Há apenas uma pequena parcela de pessoas com Aids, menos de 1% delas, na qual o vírus consegue desaparecer sem a ajuda de tratamento. Estes são os "controladores de HIV" que, espontaneamente, conseguem manter o nível do vírus. O estudo da França revela que parece haver também um outro grupo de pessoas, aos quais os pesquisadores chamaram de "controladores de elite" ou "controladores pós-tratamento". Estes conseguem controlar o nível do vírus mesmo com o tratamento interrompido.

Embora se saiba que o tratamento rápido não funciona para todos, o estudo da França reforça a importância da intervenção medicamentosa ser iniciada o quanto antes, já que parece reduzir os reservatórios virais, preservar as respostas imunes dos pacientes e protegê-los da ativação imune crônica.

(Portal Galileu)
Fósseis mais antigos de macacos do ‘Velho Mundo’ são achados no Quênia
Posted: 08 Jun 2014 07:49 AM PDT
Cientistas americanos descobriram no Quênia os fósseis de macacos mais antigos do chamado Velho Mundo (território conhecido pelos europeus até o século 15, que abrangia Europa, Ásia e África). Os ossos têm 12,5 milhões de anos, 3 milhões a mais que os conhecidos até agora.

A maioria dos fósseis encontrados são pequenos dentes e fragmentos de ossos, principalmente de mandíbulas.

O achado foi feito nos Montes Tugen, por pesquisadores das universidades de Nova York, Yale e Stony Brook. A equipe foi liderada por James Rossie, Christopher Gilbert e Andew Hill, que publicaram os resultados na edição online da revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), da Academia Americana de Ciências.

Esses macacos da família Cercopithecidae viveram em um período geológico da era Cenozoica chamado Mioceno, entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás. Foi nessa época que surgiram os mamíferos considerados “evoluídos”, como primatas e ruminantes.

Segundo os autores, os fósseis pertencem a uma ou possivelmente duas espécies primitivas de macacos da subfamília Colobinae, que reúne 59 espécies e dez gêneros diferentes. Além disso, a morfologia desses animais sugere que eles eram menos folívoros (indivíduos que comem basicamente folhas) que seus parentes modernos.

A origem e posterior diversificação desses macacos, porém, são incertas e pouco documentadas em períodos anteriores a 9,5 milhões de anos, pela escassez de sítios arqueológicos na África que datem de 15 milhões a 6 milhões de anos atrás, destacam os pesquisadores.

 (Fonte: G1)
Análise de veneno de cobra revela potencial para tratar hipertensão
Posted: 08 Jun 2014 07:47 AM PDT
Pesquisadores do Instituto Butantan, em São Paulo, descobriram 30 moléculas a partir do mapeamento de peptídeos no veneno de três espécies de cobras – a Bothrops jararaca, a Bothrops cotiara e a Bothrops fonsecai.

Cinco desses peptídeos (compostos formados por aminoácidos e sintetizados por seres vivos) foram recriados em laboratório, passaram por testes em ratos e quatro deles apresentaram atividade anti-hipertensiva, o que dá a eles potencial para, no futuro, serem usados em medicamentos contra problemas de pressão arterial.

Os quatro peptídeos se somam a outros 13, entre os descobertos, que são da família dos potenciadores de bradicinina. Segundo a coordenadora do estudo, a pesquisadora Solange Maria de Toledo Serrano, do Instituto Butantan, este grupo de moléculas é conhecido há décadas por possuir efeitos sobre a pressão arterial. Pesquisas anteriores com peptídeos da mesma família deram origem a remédios contra a hipertensão – o primeiro deles a ser isolado do veneno da jararaca, nos anos 1960, levou à criação do remédio Captopril, por exemplo.

Análise profunda – “Fizemos uma análise profunda e extensa dos peptidomas [conjuntos de peptídeos] do veneno das três serpentes. Foi um estudo bioquímico de alto nível, do ponto de vista da complexidade do veneno”, diz a pesquisadora. As análises foram realizadas no Laboratório Especial de Toxinologia Aplicada, no Butantan.

Solange ressalta que o objetivo do estudo não foi descobrir novas moléculas, mas descrever a complexidade do conjunto de peptídeos no veneno das três espécies de animais.

A pesquisa, que foi publicada na edição de novembro da revista “Molecular & Cellular Proteomics”, é a mais profunda já realizada sobre peptidomas de veneno de serpentes, de acordo com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

No total, foram sequenciados 44 peptídeos, sendo que 30 eram desconhecidos. O estudo usou técnicas de bioinformática e de espectrometria de massas, método científico que identifica elementos que compõem uma substância e ajuda a obter informações sobre a estrutura de moléculas.

Uma das dificuldades foi fazer o sequenciamento dos peptídeos, já que faltam informações sobre a genética das serpentes e as cadeias de aminoácidos que compõem os peptídeos e proteínas destes animais.

“Como não se conhece o genoma completo de nenhuma espécie de serpente venenosa no mundo, então os bancos de dados não têm muitas informações sobre os peptídeos destes animais. Não se compara ao que existe em mamíferos”, afirma Solange. A falta de dados dificultou identificar de forma automática as cadeias de aminoácidos, e muitas vezes foi preciso fazer o sequenciamento manualmente, ressalta a pesquisadora.

A pesquisadora ressalta que, ainda que venenos de cobras contenham moléculas com atividades biológicas interessantes, o trabalho não visa descobrir um novo medicamento, e que a descoberta das moléculas com características anti-hipertensivas representam apenas um potencial. Para chegar a um remédio, é preciso tempo e investimento em novos estudos, pondera. 

(Fonte: G1)
Sonda Voyager sai do Sistema Solar
Posted: 08 Jun 2014 07:41 AM PDT
A sonda espacial Voyager-1 tornou-se o primeiro objeto feito pelo homem a deixar o Sistema Solar, de acordo com a Agência Especial Americana (Nasa). Lançada em 1977, a sonda foi criada inicialmente para estudar os planetas mais afastados da Terra, mas continuou viajando.

A Nasa diz que a Voyager acaba de entrar em uma área do espaço além da influência do Sol. Calcula-se que a região interestelar esteja a mais de 18 bilhões de quilômetros da Terra, ou 123 vezes a distância entre nosso planeta e o Sol.

Atualmente, as mensagens de rádio da Voyager-1 levam 16 horas para chegar ao nosso planeta. A Voyager-1 caminha para se aproximar de uma estrela chamada AC +793888, mas só chegará a dois anos luz de distância da estrela – e levará cerca de 40 mil anos para fazê-lo.

A União Geofísica Americana confirmou que a sonda deixou a heliosfera – a bolha de gás e campos magnéticos que tem origem no Sol. A organização aceitou um artigo sobre o assunto escrito por cientistas da Nasa, que será divulgado em breve na publicação Geophysical Research Letters. O anúncio de que a sonda deixaria o Sistema Solar já era esperado há algum tempo.

Detecção de raios cósmicos – A Voyager-1 vinha monitorando mudanças no ambiente ao seu redor que sugeriam a proximidade da fronteira do Sistema Solar – a chamada heliopausa. A sonda havia detectado um aumento no número de partículas de raios cósmicos vindo do espaço interestelar em sua direção e, ao mesmo tempo, um declínio da intensidade de partículas energéticas vindo do Sol.

Uma grande mudança, que os cientistas chamaram de ‘heliopenhasco’, aconteceu em 25 de agosto de 2012. “Em poucos dias, a intensidade heliosférica da radiação caiu e a intensidade de raios cósmicos subiu, como era de se esperar quando se sai da heliosfera”, explicou o professor Bill Webber da Universidade Estadual do Novo México, em Las Cruces.

A Voyager-1 foi lançada em 5 de setembro de 1977 e sua “sonda irmã”, a Voyager-2, em agosto do mesmo ano. O objetivo inicial das duas sondas era investigar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno – tarefa que completaram em 1989.

Em seguida, elas foram enviadas para mais além no espaço, na direção do centro da Via Láctea. No entanto, suas fontes de energia, feitas de plutônio, devem parar de produzir eletricidade em cerca de 10 a 15 anos, quando seus instrumentos e transmissores irão parar de funcionar.

As Voyagers se tornarão “embaixadores silenciosos” da Terra enquanto se movem pela galáxia. Ambas transportam discos de cobre banhados a ouro com gravações de saudações em 60 línguas, amostras de música de diferentes culturas e épocas, sons naturais da Terra e outros sons produzidos pelo homem. 

(Fonte: G1)
Genoma de neandertal é sequenciado completamente
Posted: 08 Jun 2014 07:36 AM PDT
Pesquisadores do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionista, na Alemanha, anunciaram o sequenciamento completo do genoma de um neandertal, espécie de humanos distinta do Homo sapiens que habitava a Europa e a Ásia até 30 mil anos atrás.

Os cientistas usaram um osso do dedo do pé que foi descoberto em 2010, na Caverna Denisova, no Sul da Sibéria. Eles usaram técnicas desenvolvidas nos últimos dois anos para determinar cada posição no genoma 50 vezes, proporcionando um resultado bastante preciso.

Para efeito de comparação, em um esboço do genoma neandertal revelado pelo mesmo grupo em 2010, cada posição havia sido determinada uma única vez.

Isso permitirá aos cientistas dizer quais partes do DNA do neandertal foram herdadas de seu pai e de sua mãe.

“É um genoma de alta qualidade”, disse Kay Prüfer, que coordenou a análise do DNA sequenciado. “Tão bom ou até melhor que os múltiplos genomas humanos disponíveis hoje em dia.”

O grupo, liderado por Svante Pääbo, submeterá ainda este ano um artigo descrevendo os achados.

Os pesquisadores irão agora comparar o genoma sequenciado com genomas menos precisos de outros neandertais e com um grupo conhecido como denisovanos, que viveu na Ásia e desapareceu mais ou menos na mesma época.

Análises genéticas mostraram que o DNA dos denisovanos tem características únicas, distintas das de humanos modernos e neandertais.

“Isso nos dará ‘insights’ sobre muitos aspectos da história dos neandertais e dos denisovanos e nos ajudará a refinar nosso conhecimento sobre as mudanças genéticas que ocorreram nos genomas dos humanos modernos”, disse Pääbo.

 (Fonte: Folha.com)
Duas novas espécies de lêmures são identificadas em Madagascar
Posted: 08 Jun 2014 07:34 AM PDT

Biólogos alemães identificaram nas florestas de Madagascar duas novas espécies de lêmures do gênero Microcebus, que reúne as menores espécies de primatas do mundo e estão também entre as mais ameaçadas.

Os cientistas descobriram estes minúsculos primatas, que pesam menos de uma centena de gramas, durante visitas de campo realizadas em Madagascar em 2003 e 2007, explicou em um comunicado o Centro alemão de primatas.
Mas ainda será preciso fazer uma bateria de testes com o DNA materno nas amostras coletadas para identificá-las formalmente como duas novas espécies diferentes, que tem seus nomes revelados em um estudo publicado esta terça-feira no periódico International Journal of Primatology.
São elas o Microcebus tanosi, com a cabeça vermelha e relativamente grande quando comparada com outros “lêmures ratos” do mesmo gênero, e o Microcebus marohita, de cauda longa e espessa e pés grandes.
Como todos os seus primos, estes lêmures de Madagascar estão atualmente entre os primatas mais ameaçados do planeta, em virtude da destruição de seu hábitat e da caça ilegal. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN, na sigla em inglês), Madagascar perdeu 11 milhões de hectares de florestas nos últimos 20 anos.
Em um relatório publicado no ano passado, o organismo destacou que o lêmure mais raro do mundo, o lêmure-esportivo-do-norte (Lepilemur septentrionalis) não contava com mais de 19 espécimes vivos.
Em virtude de seu isolamento geográfico, a totalidade dos primatas de Madagascar é de espécies endêmicas, assim como 90% de suas plantas e 80% de seus anfíbios e répteis. Os cientistas descobrem lá periodicamente novos animais, e o número de espécies de lêmures identificados mais que triplicou durante a última década.
 (Fonte: Terra)
Cinco razões para ter plantas no trabalho
Posted: 08 Jun 2014 07:09 AM PDT
Quem não gosta de ter pelo menos uma plantinha em casa ou no trabalho? Mas, quem faz isso achando que está apenas dando um toque verde no ambiente se engana.

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Segundo estudos, além de trazer um toque amigável, o crescimento de plantas vivas no ambiente de trabalho pode ajudar a limpar o ar e até mesmo melhorar a saúde
Foto: Lise Lobo/EcoD

 Os benefícios daquela simples vegetação são indispensáveis e fundamentais para a nossa saúde.
De melhorar a qualidade do ar, aliviar o estresse, até aumentar a produtividade, aqui estão cinco razões, listadas pelo site Earth911, para se ter uma planta em sua mesa de trabalho.
  • 1. Melhorar a qualidade do ar interno
Além de trazer um toque amigável, o crescimento de plantas vivas no ambiente de trabalho pode ajudar a limpar o ar e até mesmo melhorar a saúde, de acordo com um estudo da Nasa.
A pesquisa também sugere que as plantas desempenham um papel psicológico no bem-estar, e que as pessoas realmente se recuperam de doenças mais rapidamente na presença delas.
  • 2. Reduzir o estresse
Em sua dissertação de mestrado ambiental na Universidade de Surrey, no Reino Unido, a estudante de psicologia Helen Russell começou a encontrar provas científicas para noções já amplamente percebidas, de que as plantas no escritório podem reduzir o estresse.

No estudo, Russell pediu aos participantes que fizessem um teste difícil em uma sala cheia de plantas, e comparou a frequência cardíaca e a pressão arterial com as pessoas que completaram o mesmo teste sem plantas. No geral, os resultados de Russell mostraram que plantas aliviaram o estresse dos participantes.
  • 3. Aumentar a produtividade
Um simples vaso de planta na mesa de trabalho não só ajuda a relaxar durante um dia agitado, mas também pode aumentar o foco e produtividade.

Em um estudo publicado no Jornal de Horticultura Ambiental, pesquisadores da Universidade do Estado de Washington, nos Estados Unidos, relataram que as plantas de interior ajudam os profissionais a executarem suas tarefas com mais foco e eficiência.

O estudo pediu aos trabalhadores para concluir uma tarefa simples em um computador em uma sala com plantas e comparou seu desempenho com os trabalhadores que completaram a mesma tarefa na mesma sala, sem plantas. Os resultados mostraram que o aumento da produtividade em 12%, na presença de plantas. Além disso, 10% das pessoas testadas no quarto com plantas relataram sentir mais atenção depois da tarefa do que os testados sem plantas.
  • 4. Salas mais confortáveis
A faixa de umidade recomendada para a saúde humana está entre 30 e 60%, mas muitos escritórios estão aquém destes números, especialmente no verão e nos meses de inverno. Umidade interior baixa pode levar a um aumento de fadiga respiratória. O mesmo estudo da Universidade do Estado de Washington comprovou que um toque de verde pode ajudar a corrigir esse problema também.

Os resultados mostram que, quando as plantas foram adicionadas a uma sala, a umidade relativa do ar aumentou significativamente, mas não excessivamente, deixando a sala na faixa de conforto ideal.
  • 5. Lembrar da importância de cuidar do meio ambiente
Manter uma planta em sua mesa tem um monte de benefícios para a saúde e bem estar. Mas ela também pode ampliar o seu estilo de vida verde.

(ECOD)